Categorias: Escamados, Anfisbênia - Cobra-cega, Sáurios, Geconídeos
Cobra-de-duas-cabeças é o nome popular desta espécie de réptil ápode (sem patas) que possui a extremidade da cauda parecida com sua cabeça.
Esclareço aqui que esta espécie amarela é um réptil pois possui escamas; diferenciando-a da Cobra-cega ou Cecília (Gimnofiono) que é uma ordem de anfíbios, também ápodes, semelhantes a minhocas (possuem anéis pelo corpo em vez de escamas).
Aqui, temos uma Amphisbaena alba.
Seus olhos são cobertos por uma pele protetora.
É um réptil cavador, ou seja, cava seus próprios túneis pois possui hábitos subterrâneos. Possui musculatura bem forte e crânio bem rígido.
Apesar de seu comportamento agressivo, não possuem veneno e sua mordida é forte e dolorosa.
*Lembrando que animais silvestres não devem ser manipulados!*
É raramente vista na superfície, tornando estas fotos de extrema importância para nós!

Amphisbaena alba

Os escamados (do latim científico Squamata) constituem uma das quatro ordens vivas da classe dos répteis. São representados pelos lagartos (incluindo a família Mosasauridae de répteis pré-históricos extintos no Mesozóico), pelas serpentes (cobras) e pelo grupo Amphisbaenia (anfisbênias). Cerca de 4000 espécies, possuem tamanhos variados de 3 cm a 3m (dragão-de-Komodo). Vivem nos mais variados tipos de ambientes, como desertos, florestas, campos, rios, regiões litorâneas, mares, manguezais, montanhas e áreas urbanizadas; Hábitos alimentares: herbívoros, carnívoros, onívoros ou insetívoros. O gênero de répteis Tupinambis, da família Teiidae, chamados vulgarmente teju ou teiú, compreende os maiores lagartos das Américas. Podem atingir até 1,5 metros de comprimento e abrange sete espécies, todas nativas da América do Sul. Estes estão sempre por aqui, com exceção do inverno, quando estão hibernando. A hibernação é um estado letárgico pelo qual muitos animais, em grande maioria de pequeno porte, passam durante o inverno, principalmente em regiões temperadas e árticas. Os animais mergulham num estado de sonolência e inatividade, em que as funções vitais do organismo são reduzidas ao absolutamente necessário à sobrevivência.



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